segunda-feira, 30 de novembro de 2015

STF mantém André Esteves preso por tempo indeterminado


O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), converteu a prisão temporária do banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, em preventiva, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Com isso, não há mais data de vencimento para a detenção do executivo. Sem a decisão de Zavascki, Esteves poderia ser solto a partir desta segunda-feira, quando expirava o prazo de cinco dias da prisão temporária.

A mesma medida foi adotada também para o chefe de gabinete do líder do governo no Senado, Delcídio Amaral, o assessor Diogo Ferreira. Os dois foram presos na última quarta-feira, 25, por tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava Jato. No caso de Delcídio e do advogado Edson Ribeiro, as prisões já eram preventivas desde o início. 

Os quatro são suspeitos de tentar barrar as investigações sobre corrupção na Petrobrás e comprar o silêncio de Nestor Cerveró. Em conversas gravadas por Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró, Delcídio tenta comprar o silêncio do ex-dirigente da estatal para evitar menções a seu nome ou ao banco BTG Pactual em eventual delação premiada. As tratativas eram feitas com o advogado Edson Ribeiro, com participação do assessor do parlamentar.

De acordo com Zavascki, em nota divulgada pelo STF, os depoimentos prestados desde a realização das prisões e o material coletado em buscas "permitiram o preenchimento dos requisitos para a decretação das prisões preventivas". Pela legislação penal, a prisão preventiva pode ser decretada para garantir a ordem pública, conveniência da investigação criminal ou assegurar a aplicação da lei, quando há prova da existência do crime e indícios sobre o autor do delito. 

A expectativa é que Delcídio, Esteves, Diogo Ferreira e Edson Ribeiro sejam denunciados pela Procuradoria-Geral da República no início desta semana por tentativa de dificultar as investigações.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Delcídio diz que recebeu filho de Cerveró 'por questão humanitária'

Preso por suspeita de obstrução à Operação Lava Jato, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) declarou à Polícia Federal nesta quinta-feira (26) que por uma "questão humanitária" e para "dar uma palavra de conforto" manteve reuniões com o filho do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró, Bernardo, mas negou ter cometido irregularidades ou tentado prejudicar a investigação.

As informações foram prestadas pelo advogado de Delcídio, Maurício Silva Leite.

Delcídio foi preso depois que Bernardo entregou à Procuradoria-Geral da República a gravação de uma conversa na qual o parlamentar discute influência política sobre ministros do STF para tentar libertar Cerveró e um plano de fuga para o Paraguai e Europa.

O ex-diretor da Petrobras está preso na carceragem da Polícia Federal de Curitiba (PR) e fechou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal no qual fez acusações contra Delcídio.

A conversa entre o filho de Cerveró, um advogado dele, Edson Ribeiro, e Delcídio ocorreu no início de novembro, no momento em que a delação estava sendo negociada com o Ministério Público.

No depoimento à PF, que durou cerca de quatro horas e foi prestado a dois procuradores da República e um delegado federal na Superintendência da PF em Brasília, o parlamentar disse que foi procurado pelo filho de Cerveró para que "intercedesse" em habeas corpus impetrados em tribunais superiores em favor de seu pai.

Delcídio disse que anotou os pedidos e prometeu "encaminhá-los", mas afirmou que "jamais" discutiu com ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) o andamento dos processos relativos a Cerveró.

Delcídio disse que nos últimos anos manteve reuniões apenas "institucionais" com ministros do STF e "ultimamente" e "nos últimos meses" não se reuniu com nenhum dos ministros citados na gravação, Teori Zavascki, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

O senador está preso numa sala administrativa do prédio desde a manhã de quarta-feira (25), quando foi levado de um hotel de Brasília por ordem do ministro do STF Teori Zavascki, a pedido da Procuradoria.

NOVOS DEPOIMENTOS

De acordo com o advogado de Delcídio, poderão ocorrer novos depoimentos nos próximos dias, pois alguns temas tratados na gravação feita por Bernardo não foram objeto de perguntas no primeiro depoimento, como o suposto oferecimento de uma mesada de R$ 50 mil para que Cerveró não fizesse a delação premiada com a Procuradoria ou o próprio suposto plano de fuga para o ex-diretor da Petrobras.

Segundo o advogado, o parlamentar "está muito chateado, mas muito serenamente aguardando a reversão da decisão" do STF que o levou à prisão. A ordem dada por Zavascki foi confirmado pelos outros quatro ministros da segunda turma do STF. Para o defensor, o primeiro depoimento dado por Delcídio foi "muito esclarecedor".

"O senador disse que [a reunião] foi um pedido que o advogado e o filho do Cerveró fizeram para ele e ele disse que iria encaminhar o assunto, que ia interceder sim, e ele explicou que era uma questão humanitária, que era dar uma palavra de conforto e esperança, e que iria fazer isso para diminuir a dor, o sofrimento, talvez. Ele mencionou que conhecia a família [de anos antes]", disse o advogado Maurício Silva Leite.

Segundo os investigadores, Delcídio temia uma delação premiada de Cerveró porque outro delator, o lobista Fernando Soares, o Baiano, havia dito que fora orientado por Cerveró a pagar entre US$ 1 milhão e US$ 1,5 milhão ao senador para quitar dívidas da campanha eleitoral de Delcídio de 2006. Os pagamentos foram feitos, segundo Baiano, por meio de um "amigo de infância" do senador.

Entenda a prisão do Senador Delcídio do Amaral em 11 perguntas e respostas

Quarta-feira (25), o Supremo Tribunal Federal mandou prender o Senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, acusado de obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

É a primeira vez desde a redemocratização, em 1985, que um senador é preso no exercício de seu mandato.

A Corte ordenou ainda a prisão temporária de André Esteves, principal sócio do Banco BTG, com validade de cinco dias. A prisão de Delcídio é preventiva, sem data para ser relaxada.

Relator da Lava Jato, o ministro Teori Zavascki afirmou que o petista ofereceu mesada de R$ 50 mil para que o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró não fechasse acordo de delação premiada. Além disso, Esteves garantiria outros R$ 4 milhões.

O esquema, que envolveria a fuga de Cerveró para a Espanha, via Paraguai, foi revelado a partir de uma gravação feita às escondidas por Bernardo, filho do ex-diretor. A gravação revela diálogos com a participação de Delcídio e do advogado Edson Ribeiro, que também teve a prisão decretada.

Confira abaixo perguntas e respostas sobre a prisão de Delcídio do Amaral.

1. Delcídio manterá o mandato de senador mesmo na cadeia ou um suplente assume de imediato?

A princípio, ele manterá o mandato

2. Quem é o suplente de Delcídio?

O empresário Pedro Chaves dos Santos Filho (PSC-MS)

3. Delcídio perderá o mandato eventualmente?

Pode perder, mas esse é outro processo que precisará ser aberto. Para que o mandato de Delcídio seja cassado, algum partido precisa entrar com representação contra ele por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado

4. Quanto tempo o senador pode ser mantido preso sem que haja uma condenação?

Trata-se de prisão preventiva e, por isso, não há prazo. Delcídio pode permanecer preso indefinidamente

5. Quem autorizou a prisão de Delcídio?

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, relator dos processos relativos à Operação Lava Jato, autorizou a prisão. Depois, a Segunda Turma do Supremo manteve a decisão por unanimidade. Votaram os ministros Cármen Lúcia, Celso de Mello, Dias Toffoli e Gilmar Mendes

6. Um senador pode ser preso em exercício do mandato?

Sim, desde que haja flagrante de crime inafiançável

7. Por que o caso de Delcídio é flagrante?

Para a Procuradoria-Geral da República, o senador integrava uma organização criminosa. Fazer parte da organização, seria, na visão do Ministério Público, um crime permanente, que está se desdobrando em todo o momento. Tem-se, assim, estado de flagrância. Além disso, Delcídio mantinha em andamento um plano para atrapalhar as investigações

8. Trata-se de crime inafiançável?

Sim, já que não pode haver fiança em situações que autorizam a prisão preventiva

9. Que provas foram apresentadas contra Delcídio?

Foi apresentada uma gravação do senador revelando planos para travar as investigações contra ele

10. O que foi gravado?

Delcídio manifesta intenção de fazer com que o delator Nestor Cerveró, que está preso, fuja para a Espanha. Oferece uma mesada de R$ 50 mil para que ele não faça delação. O senador também fala sobre articulações com ministros do STF para tentar soltar Cerveró.

11. Por que Delcídio não queria que Nestor Cerveró fizesse delação?

O senador era acusado de corrupção por Cerveró, que é ex-diretor da Petrobras. Ele teria recebido propina na compra de sondas da Petrobras e da refinaria de Pasadena.

sábado, 14 de novembro de 2015

Arábia Saudita afirma que atentados de Paris violam todas as religiões

O ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, Adel al Jubeir, disse neste sábado em Viena que os "atrozes" atentados terroristas simultâneos de ontem à noite em Paris, nos quais foram assassinadas pelo menos 120 pessoas, violam e transgredem todas as religiões.

Jubeir expressou suas condolências e as de seu país "ao governo e ao povo da França pelos ataques terroristas atrozes" de ontem à noite na capital francesa, que - disse - foram "uma violação e contradição de todas as éticas, morais e religiões".

"O reino da Arábia Saudita pediu há muito tempo o aumento da intensidade dos esforços internacionais para combater o flagelo do terrorismo em todas suas formas", acrescentou o chefe da diplomacia saudita.

O ministro fez estas declarações à imprensa em Viena, onde participa hoje em uma conferência internacional dedicada a buscar uma solução política à guerra na Síria.

Moscou e Washington dirigem este esforço diplomático, no qual participam também Alemanha, Arábia Saudita, China, Egito, Emirados Árabes, França, Líbano, Irã, Iraque, Itália, Jordânia, Reino Unido, Turquia e Omã, assim como o enviado da ONU, Steffan De Mistura, e a chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini.

Pelo menos 120 pessoas morreram e 200 ficaram feridas, 80 delas em estado grave, em vários ataques efetuados ontem à noite em Paris.

Paris amanhece assustada após pior pesadelo terrorista da história da França

A cidade de Paris amanheceu assustada neste sábado após viver na noite de ontem o pior massacre terrorista da história da França, com um balanço provisório, segundo o jornal francês Le Monde e as agências internacionais, de 120 mortos e 200 feridos, dos quais 80 se encontram em estado grave.

Oito criminosos morreram nos ataques, cometidos quase simultaneamente a partir das 21h20 (18h20 de Brasília). Segundo o procurador-geral de Paris, François Molins, cúmplices ou coautores dos ataques podem estar soltos.

Os agressores realizaram seis ataques na capital: tiroteios em vários bares e cafés do centro, uma tomada de reféns na casa de shows Bataclan e três explosões nas imediações do Stade de France, onde a seleção nacional disputava um amistoso contra a Alemanha.

Show trágico - Pelo menos 82 pessoas morreram na casa de espetáculos Bataclan, lotada com quase 1.500 espectadores quando os terroristas invadiram o local durante a apresentação do grupo americano Eagles of Death Metal.

Dois ou três indivíduos, que não estavam com o rosto coberto, entraram com armas automáticas do tipo kalashnikov e começaram a atirar aleatoriamente contra o público", relatou um apresentador da rádio Europa 1, Julien Pearce, que estava no local. "Isso durou uns 10, 15 minutos. Foi extremamente violento e houve uma onda de pânico", acrescentou.

Outra testemunha afirmou à emissora France Info que um dos atiradores gritou "Alá Akbar" (Deus é grande) antes de abrir fogo.

Os autores do ataque citaram a intervenção francesa na Síria para justificar as ações, disse uma testemunha à AFP.

"Eu ouvi quando eles falaram claramente aos reféns: 'A culpa é de Hollande, a culpa é do seu presidente, não tem motivo para intervir na Síria'", declarou à AFP Pierre Janaszak, de 35 anos, que estava no Bataclan.

A França participa há dois anos na coalizão antijihadista que luta contra o grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque e, em outubro, estendeu os bombardeios aéreos à Síria, país em guerra desde 2011.

Desde 2014, O EI controla uma ampla faixa de território entre os dois países.

Mais ataques - Além do ataque do Bataclan, pelo menos uma pessoa morreu em uma explosão perto do Stade de France, região na qual foram ouvidas três detonações durante um amistoso entre França e Alemanha (2-0), com um público de 80.000 pessoas.

Três pessoas, "sem dúvida terroristas" segundo uma fonte próxima à investigação, morreram na área. O estádio, que receberá partidas da Eurocopa de 2016, foi evacuado.

Hollande assistia a partida ao lado do ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Frank- Walter Steimeier, e foi retirado do local.

Um restaurante cambojano próximo ao Bataclan também foi alvo de um atentado, que teria provocado 12 mortes, segundo várias fontes.

"Foi surreal, todos estavam no chão, ninguém se movimentava", disse uma mulher.

Nas proximidades da Praça da República, cinco pessoas morreram em um tiroteio com arma automática no terraço de uma pizzaria. Uma testemunha afirmou ter visto um "Ford Focus preto que atirava e depois vários cartuchos no chão".

Um café e um restaurante japonês próximos tiveram o mesmo destino, com um saldo provisório de 18 mortos.

Diante da gravidade dos atentados, a polícia e a prefeitura recomendaram que a população permaneça em suas casas.

As forças de segurança isolaram vários pontos da capital, dominada pela forte presença da polícia, assim como os serviços de emergência.

Governo francês - O presidente da França, François Hollande, fez dois pronunciamentos aos meios de comunicação após a tragédia, primeiro no Palácio do Eliseu, onde anunciou o fechamento das fronteiras e o estado de emergência, e, depois, na casa de shows Bataclan, onde garantiu que não terá "piedade" com os terroristas.

Hoje, o presidente participa de uma reunião do Conselho de Defesa Nacional às 9h locais (6h de Brasília) e suspendeu sua viagem à cúpula do G20 na Turquia devido às circunstâncias excepcionais, que requerem medidas sem precedentes.

Além de fechar as passagens fronteiriças, a França mobilizou 1.500 militares, estabeleceu protocolos de urgência nos hospitais e proibiu que a realização de espetáculos em Paris, pelo menos, neste sábado.

Casa Branca - Em um breve pronunciamento na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, classificou os atentados como um "ataque contra a humanidade" e afirmou que as autoridades americanas estão preparadas para auxiliar o governo francês. "Mais uma vez nós vimos uma tentativa ultrajante para aterrorizar civis inocentes", afirmou a jornalistas em Washington.

Brasileiros - O DJ brasileiro Thy San, 38, que mora a cerca de um quilômetro da casa de espetáculo Bataclan, relatou ao site de VEJA o clima de tensão em Paris. Ele voltava para casa no momento dos atentados, ouviu sirenes, viu a forte movimentação policial e chegou a ouvir o barulho de bombas. Mas só pôde entender o que realmente estava acontecendo quando chegou em sua casa e se surpreendeu com a quantidade de amigos querendo saber se ele estava bem. "Nem desconfiei que pudesse ser um ataque terrorista, embora por aqui as pessoas vivam falando disso", diz. Na televisão, Thy assistiu ao alerta para que ninguém saísse às ruas. San então contatou seus amigos e descobriu que vários deles estavam dentro de bares, que, como medida de segurança, decidiram fechar as portas - com os cliente dentro.

Ao menos dois brasileiros ficaram feridos nos ataques terroristas. A informação foi repassada pelo Consulado do Brasil em Paris ao Itamaraty, em Brasília. O Itamaraty ainda não tem detalhes do estado de saúde e da identificação das vítimas, tampouco sobre o local em que os brasileiros estavam e como foram atingidos.

domingo, 8 de novembro de 2015

Aconteceu em Viena, na Áustria. Mulher cortou notas de 100 e 500 euros com uma tesoura

Esta é uma história com um final feliz… para os herdeiros. Em Viena, na Áustria, uma mulher cortou aos pedaços 950 mil euros em notas de 100 e 500 euros antes de morrer, noticia a agência EFE, nesta sexta-feira. 
  
A idosa, cuja idade não foi avançada, foi encontrada morta na sua casa pelos auxiliares de ação médica que lhe prestavam cuidados de saúde, cinco dias depois de ter sido internada. 
  
A fortuna em pedaços estava no quarto da mulher e se o plano era não deixar herança saiu gorado. 
  
Isto porque, o Banco Nacional da Áustria abriu uma exceção, pela singularidade do caso, e aceitou substituir o dinheiro destruído. 

"Se o objetivo da senhora era que nenhum dos seus herdeiros tivesse acesso ao dinheiro, então esse plano fracassou", disse fonte policial ao jornal Kurier

"Aparentemente trata-se de uma pessoa com algum tipo de doença psíquica, que, seguramente, não sabia o que fazia. Casos assim temos entre três e cinco por ano", explicou Friedrich Hammerschmied, do Banco Nacional, em declarações à rádio pública ORF

O caso está a ser investigado pelas autoridades.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Em desafio, Neymar faz embaixadinha com laranja e rolo de papel higiênico

Neymar grava vídeo fazendo embaixadinha com diversos objetos

Desafiado pela dupla britânica Billy Wingrove e Jeremy Lynch, criadores de um canal de futebol freestyle no YouTube, Neymar esbanjou habilidade na arte de fazer embaixadinhas. O craque do Barcelona teve de pegar aleatoriamente alguns itens de uma mala para começar a "petecar". Bem humorado, Neymar pegou primeiro uma laranja, depois uma "bola de meia" e, por último, um rolo de papel higiênico. Ele conseguiu fazer mais de 20 embaixadinhas com os três objetos, impressionando Billy e Jeremy, que escreveram admirados na página do canal: "Neymar é o cara. Mostrou muita habilidade, mesmo sob pressão. Ele simplesmente ama o que faz e é uma inspiração para nós. Foi um dos melhores dias das nossas vidas jogar com nosso irmão e amigo".

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Deputados reeleitos estão menos fiéis ao Planalto


Dois de cada três dos 299 Deputados reeleitos estão hoje menos governistas do que em 2011, no começo do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Desse contingente de três centenas, 40 trocaram de lado: votam agora mais com a oposição do que com o governo. Os demais apenas ficaram menos fiéis ao Palácio do Planalto.

O afastamento dos deputados "veteranos" da órbita do governo é medido de acordo com seus padrões de votação, registrados pelo Basômetro, ferramenta online do Estadão Dados que mede o governismo de parlamentares, partidos e bancadas estaduais.

Em 2011, os então 299 deputados que hoje mantêm seus mandatos tinham uma taxa média de governismo de 78 pontos, em uma escala de zero a 100. Neste ano, até outubro, a média dos mesmos parlamentares caiu para 65 pontos.

No Basômetro, a taxa de governismo mede o alinhamento de cada parlamentar às orientações do líder do governo na Câmara nas votações. Se o deputado votar sempre da mesma forma que o líder do governo, sua taxa será 100. Se o fizer em metade das votações, a taxa será 50, e assim por diante.

ido do HSBC cresce 12,6% em nove meses


O Banco HSBC, o maior da Europa, informou nesta segunda-feira que seu lucro líquido entre janeiro e setembro subiu 12,6% frente ao mesmo período de 2014, devido a uma redução de custos. Em comunicado enviado hoje às bolsas de Londres e Hong Kong, a entidade indicou que seu lucro atribuído acumulado alcançou nos nove meses do ano US$ 14.847 bilhões frente aos US$ 13.177 bilhões obtidos no mesmo período do ano passado.

Como parte de seu plano de redução de custos, o HSBC anunciou em junho a supressão de postos de trabalho e a venda de ativos, e em agosto a venda de suas operações no Brasil. Em termos trimestrais, o lucro líquido acumulado alcançou os US$ 5.229 bilhões entre julho e setembro, uma alta de 52,4% frente ao mesmo trimestre do ano anterior, quando ganhou US$ 3.431 bilhões.

Segundo o comunicado, o lucro bruto acumulado foi de US$ 19.725 bilhões, uma alta de 16,3% frente ao mesmo período do ano anterior, quando ganhou US$ 16.949 bilhões. O lucro operacional foi nos nove meses de US$ 17.725 bilhões, frente a US$ 14.984 bilhões nos nove meses de 2014. A proporção de eficiência foi de 70,8% nos nove meses contra 71,4% no mesmo período do ano anterior.