domingo, 23 de abril de 2017

Jerry Adriani morre aos 70 anos no Rio

O cantor Jerry Adriani, ídolo da Jovem Guarda, morreu às 15h30 deste domingo (23), aos 70 anos, no Rio. Ele enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.
A família confirmou a morte do artista ao G1, mas ainda não deu informações sobre horário e local do velório e do enterro. Recentemente, Jerry Adrini havia sofrido uma trombose em uma das pernas.
Ícone da Jovem Guarda, Jair Alves de Souza nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo.
Adotou o nome artístico de Jerry Adriani quando começou sua carreira como cantor, em 1964. O primeiro disco foi "Italianíssimo", quando cantava músicas em italiano, algo que seguiu fazendo em toda a carreira.
Em 1965, o cantor passou a gravar em português, com músicas reunidas no disco "Um grande amor".

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Fim do Sigilo: R$ 150 milhões às campanhas de Dilma Rousseff em troca de Medidas Provisórias

Com a queda do sigilo nas delações dos executivos da Odebrecht, algumas máscaras já eram conhecidas, de outras todos desconfiavam, e houve as que caíssem surpreendentemente. Que cada qual trate o caso a seguir como quiser, já que certamente nem todos partilham da mesma opinião, mas a verdade é que complicou muito para Dilma Rousseff.
A “narrativa” da vítima de um golpe, sustentada na ideia de que seria uma espécie de heroína alheia a qualquer irregularidade, passa a ser um tanto mais difícil depois das delações abertas.
E foram seis delatores a informar que suas duas campanhas, de 2010 e 2014, receberam milhões em troca de MPs. Não quaisquer milhões, mas sim R$ 150.000,00 – um valor e tanto.
Segundo delatado, foram as As MPs 470/2009 e 613/2013. Uma rendeu R$ 50 milhões, a outra os R$ 100 mi.

Sim, isso mesmo: Medidas Provisórias são propostas pelo Palácio do Planalto e, mediante aprovação do Congresso, tornam-se leis. Sim, isso mesmo de novo: pagaram essa dinheirama para APROVAR LEIS.

'Se puder, serei candidato', diz Lula sobre disputar a Presidência em 2018

Sem citar os Cinco processos nos quais é réu,  o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que pretende disputar a eleição para o Planalto em 2018. "Vamos esperar o tempo passar para saber se eu posso ser candidato", falou em entrevista à rádio Fan, de Sergipe, na manhã desta quinta-feira (20). Questionado se entraria na eleição pelo Planalto se puder, disse: "serei candidato, sim. Se puder, serei candidato".

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Supremo cria grupo de trabalho para acelerar Lava Jato

 ministra Cármen Lúcia, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), e o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, decidiram montar um "grupo de trabalho com assessoria especializada" para reforçar a equipe que cuida dos processos contra políticos.
Na semana passada, Fachin determinou a abertura de 76 inquéritos no STF, oriundos da delação de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht. No total, 98 pessoas são alvos dessas investigações.
A assessoria especializada vai dar celeridade aos processos que tramitam no tribunal.

Polícia Federal vai rastrear repasses em dinheiro vivo de caixa 2

Equivalente a R$ 10 bilhões foram movimentado pelo departamento de propinas da Odebrecht em nove anos. O responsável pelos pagamentos com recursos de caixa 2 contou em delação premiada como eram feitos os repasses. A pedido do Ministério Público, a Polícia Federal começa agora a buscar provas dos acertos feitos em dinheiro vivo com políticos.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Governo do Pará intensifica esforços para contenção de gastos nos órgãos estaduais

Por meio do Decreto nº 1.739, de 7 de abril de 2017, publicado nesta segunda-feira, 10, no Diário Oficial do Estado, o Governo do Pará estabelece novas medidas de contenção de gastos, que serão aplicadas no âmbito da administração direta, autárquica e fundacional, nas empresas públicas e sociedades de economia mista, dependentes do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social do Poder Executivo.
O documento contém 25 artigos, que estipulam ações que visam transparência, controle e equilíbrio fiscal, como requisitos próprios de governabilidade democrática, além da necessidade de aprimoramento das medidas que já vinham sendo aplicadas para redução de gastos, definidas em outros dois decretos anteriores (nº 1.347, de 25 de agosto de 2015 e nº 1.513, de 30 de março de 2016).
O reforço na contenção de gastos da economia pública levou em conta a crise fiscal e financeira instalada no País, caracterizada por recessão econômica, inflação e juros altos, retração do Produto Interno Bruto e queda de receitas transferidas da União para os Estados, agregada à necessidade de cumprir os desembolsos com as despesas decorrentes de vinculações constitucionais e legais de receitas nos limites estabelecidos.
“Os últimos tempos terminaram mostrando a nós, brasileiros, o quanto é importante gerenciar os recursos públicos de forma correta, para evitar que um desequilíbrio das contas leve a um caos, não apenas no Governo, mas na própria sociedade. Eu espero que a pior fase a gente já tenha passado, mas é importante que a gente busque, ainda, manter todo o cuidado nas contas. O que é fato é que o Pará continua sendo considerado um dos Estados com as contas mais equilibradas, os resultados de 2016 vieram nessa mesma direção. Agora, temos que manter esse equilíbrio, na expectativa que 2017 seja o ano do início dessa recuperação e 2018 seja o ano no qual a gente possa dar passos mais largos”, disse o governador do Estado, Simão Jatene.
Entre as medidas de contenção de gastos a serem adotadas pelos órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual, independentemente da origem dos recursos financeiros a serem aplicados, estão a suspensão da contratação de consultorias para a realização de serviço de qualquer natureza, excetuando-se as licitações com recursos de financiamentos e empréstimos e com recursos a fundo perdido com aplicação vinculada; a suspensão da participação de servidores em cursos, congressos, seminários e outros eventos congêneres dentro e fora do Estado, inclusive no exterior; a suspensão da celebração de aditivos em contratos administrativos que representem aumento de quantitativo anteriormente contratado e que impliquem em acréscimo no valor do contrato, exceto os que visam à manutenção do equilíbrio econômico e financeiro do contrato administrativo.

Foi decretada também a redução em 10%, comparativamente à média mensal praticada nos exercícios de 2014, 2015 e 2016, por órgão e entidade, dos gastos com a locação de veículos, impressão, suprimentos de informática e material de expediente; concessão de diárias; aquisição de passagens aéreas; contratos de vigilância, limpeza e conservação;  telefonia fixa e móvel; energia elétrica; combustível; consumo de água e outros itens.